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Mostra dos diversos estudos de caso de diferentes iniciativas que reformulam a ideia tradicional de museu como um dispositivo de exibição de exposições. Nos últimos anos, os museus têm utilizado como estratégia dispositivos destinados a fazer arte “portátil”. Os artefatos que formam parte do projeto Este não é um museu permitem realizar exposições nômades como uma plataforma para a participação direta do público, ao invés de expandir metros das paredes do museu.

Parceria entre a Acción Cultural Española e o Centro Cultural São Paulo, com apoio do Consulado General de España en São Paulo,
acontece de 15 de abril a 14 de junho.
Curadoria: Martí Perán

The Victoria and Albert Museum, in London, is bringing together practitioners, writers, academics and curators working in Brazil and the UK in the fields of art, design and architecture for a round table discussion. The invited speakers will detail, dissect and subvert the notion of a Brazilian vernacular through discussions on early and contemporary modernisms in relation to design, and the decentralisation of the Brazilian arts locus.

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O Labmovel inicia sua jornada de 2014! Entre fevereiro e maio, quatro oficinas serão ministradas por várias cidades do Estado de São Paulo: Campinas, Santos, Ubatuba e Sao Paulo. A primeira oficina é Fotografia Encenada com os artistas Mario Ramiro e Bruno Schultze. Acontece nos dias 15 e 16 de fevereiro no Ponto de Cultura Maluco Beleza em Campinas. Através de uma cena montada para a fotografia, os participantes devem encontrar uma forma de expressar alguma questão ou problema, ou ainda um comentário sobre algo do seu entorno, de sua vivência, de sua visão de mundo. Mario Ramiro conduz assim o retrato de uma ação, em um projeto conjunto entre o Labmovel e o Atelie Aberto.

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Chegamos agora a um ponto de exaustão – social, ambiental e econômica. No contexto de uma duradoura crise “financeira”, que coloca em questão muitos outros aspectos de nossa sociedade, torna-se vital a discussão de futuros e caminhos alternativos. Esta exposição não é uma chamada a revolução. É um convite para um momento de pausa, de olhar para trás e pensar no futuro. Um espaço para proposição de ficções radicais, sejam de perspectivas críticas, experimentais ou simplesmente imaginárias.
A ficção é uma forma de narrativa que lida com eventos (ainda) não factuais, que nos permite explorar as possibilidades de nossos desejos, a fim de entender o que são hoje as limitações. Isso ajuda a dar um passo para além da estrutura rígida de nossa forma de vida, e olhar para as suas complexidades de uma certa distância.
Os trabalhos aqui reunidos apresentam vários tipos de ficção. Atuando como agentes, são sistemas de ações destinados a provocar e questionar o modo como vivemos e de reimaginar o nosso futuro de todos os dias.

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